Como transformar saberes, memórias, identidades e referências culturais em produtos, serviços ou experiências inovadoras, preservando sua relação com as pessoas e territórios de origem?
5 ideias neste grupo
Desenvolver um livro infantil ilustrado em formato multiformato — combinando texto em linguagem simples, símbolos pictográficos de Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA), elementos táteis, audiodescrição e recurso em Libras (via QR code) — permitindo que uma única obra seja lida e compreendida por crianças verbais, semiverbais, não verbais, com baixa visão/cegueira ou surdez, sem precisar de versões separadas.
A hipótese inicial propõe o desenvolvimento de materiais lúdicos híbridos, como livrinhos de colorir ilustrando a fauna e a flora do Pantanal (tucano, capivara, pequi, mandioca, sementes locais, etc), contendo os nomes em língua Terena. A inovação tecnológica e de significado consistirá na inclusão de um QR Code em cada página que, ao ser escaneado por um celular, direcionará a criança para um áudio (ou mini-podcast) gravado por falantes nativos locais. O áudio ensinará a pronúncia correta das palavras e compartilhará o legado oral, promovendo a preservação cultural e o registro linguístico das futuras gerações dentro da Economia Criativa.
Tem o período da colheita das sementes para a produção, e também podeira ter a divulgação dos produtos em feiras, site online para as pessoas ter o conhecimento que nosso município e rico em produtos naturais e não e valorizado. Uma produção sustentável sem agredir o meio ambiente.
Criar a OnçaLab – Ateliê Criativo Pantaneiro, um novo empreendimento de economia criativa que oferece formação de pintores e ceramistas, produção colaborativa, turismo de experiência e comercialização digital das peças, fortalecendo a cultura e gerando renda para a comunidade.
Ter um local ou expor o artesanato indígena para a venda desses produtos